Municípios

    A Arquidiocese de Niterói compreende 14 municípios da região da capital e do interior do Estado do Rio de Janeiro, confira cada um deles e suas respectivas paróquias:

  • 1 – Araruama

    Área: 638 m2
    População 2010: 112.028 Urbana: 106.519 Rural: 5.509
    Economia: Fruticultura, pecuária, pesca e turismo.
    Padroeiro: São Sebastião

    Município da Região dos Lagos, situado no litoral norte do Estado, às margens da Lagoa de Araruama, sua principal atração turística.

    O declínio da agricultura cafeeira no Estado do Rio de Janeiro provocou profundas alterações na economia de Araruama. A cultura da cana-de-açúcar, que já existia anteriormente, teve um novo impulso. A função portuária e a produção salineira diversificaram a economia da cidade. A Lagoa de Araruama é a maior fonte de recursos naturais para a economia do Município. É grande produtor de laranjas.

    Com a construção da rodovia RJ-106 o município de Araruama passou a atrair um elevado número de turistas e veranistas. A partir daí o município passou a ter outra vocação, o turismo, que hoje é a sua principal atividade econômica.

    Igrejas na Cidade de Araruama:

    1 – Paróquia Nª Srª Aparecida (Bananeiras)
    2 – Paróquia de São Sebastião (Centro)
    3 – Paróquia de São Vicente de Paulo – (São Vicente)

  • 2 – Armação dos Búzios

    Data da Criação: 12/11/1997
    Área: 70 m2
    População 2010: 27.538 Urbana: 27.538 Rural: 0
    Economia: Turismo e pesca.
    Padroeira: Sant’Ana e Santa Rita de Cássia

    Por volta dos anos 60 foi descoberta pelo turismo e é hoje um dos balneários mais conhecidos internacionalmente.

    Município da Região dos Lagos e no Litoral Norte do Estado é banhado pelas águas marítmas da Antártica. É uma península de 8km de extensão, parecendo uma ilha. Possui uma boa infra-estrutura, com hotéis e pousadas de categoria internacional.

    Igrejas na cidade de Búzios:

    1 – Paróquia Santana e Santa Rita de Cassia

  • 3 – Arraial do Cabo

    Data da Criação: 13/05/1986
    Área: 160 m2
    População 2010 27.770 Urbana: 27.770 Rural: 0
    Economia: Extrativismo, turismo e atividades industriais
    Padroeira: Nossa Senhora dos Remédios

    Arraial do Cabo está assentado sobre sítios arqueológicos de extrema valia para o estudo da história da região, tendo fornecido diversas peças para o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Isto pode ser comprovado a partir de restos arqueológicos catalogados em toda a região, que é composta de diversos sambaquis (sítios arqueológicos com esqueletos e artefatos.

    Monumentos e peças históricas até hoje lembram importantes passagens do início da colonização de Arraial, como a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, construída em 1506 na Praia dos Anjos, e o Monumento a Américo Vespúcio, no Largo do Descobrimento.

    Construída em 1506, na Igreja Nossa Senhora dos Remédios foi realizada a primeira missa em ambiente fechado no Brasil. Está localizada junto ao marco da chegada de Américo Vespúcio, que descobriu as terras de Arraial do Cabo em 1503. Em 2003, a Igreja foi restaurada e ganhou nova iluminação na área externa.

    O núcleo de Arraial do Cabo situa-se próximo de Cabo Frio, em área de topografia plana, com pequenas elevações, tendo sido seu crescimento fortemente impulsionado pela presença da Fábrica Nacional de Álcalis, pelo turismo e veraneio, sendo considerado um dos melhores locais do país para a prática do mergulho.

    Igrejas na cidade de Arraial do Cabo:

    1 – Paróquia do Sagrado Coração de Jesus

  • 4 – Cabo Frio

    Data da Criação: 13/11/1615
    Área: 410 m2
    População 2010: 186.222 Urbana: 140.466 Rural: 45.756
    Economia: Pesca, turismo e atividade industrial (salinas e adubos)
    Padroeira: Nossa Senhora da Assunção

    Cabo Frio, terra habitada pelos tamoios, foi a primeira feitoria estabelecida no Brasil por Américo Vespúcio, tendo como feitor o colono João de Braga.

    É uma das mais antigas localidades brasileiras, podendo ser considerada como o marco inicial da história do devassamento da província fluminense.

    Município Histórico da Região dos Lagos e no Litoral Norte do Estado, é banhado pelo Oceano Atlântico e pela Lagoa de Araruama. É o principal polo turístico da chamada Região dos Lagos e um dos maiores produtores de sal do País.

    O Braço escravo ajudou a vida econômica do Município, quando este era chamado o “Celeiro da Baixada Fluminense”, isto até a abolição, quando sofreu colapso em sua situação econômica, só voltando a ser redescoberto com o impulso turístico e as indústrias extrativas do sal e da pesca que são a base da economia local.

    Igrejas na cidade de Cabo Frio:

    1 – Paróquia de Nª Srª da Assunção (Centro)
    2 – Paróquia de Paróquia Nª Srª da Esperança (Jardim Esperança)
    3 – Paróquia Nª Srª de Fátima (Unamar)
    4 – Paróquia de São Cristóvão (São Cristóvão – Cabo Frio)
    5 – Paróquia de São Pedro e São Paulo (Aquárius – Cabo Frio)

  • 5 – Iguaba Grande

    Data da Criação: 08/06/1995
    Área: 52 m2
    População 2010: 22.858 Urbana: 22.858 Rural: 0
    Economia: Pesca, turismo e construção civil
    Padroeira: Nossa Senhora da Conceição

    Município da Região dos Lagos, no litoral norte, localizado às margens da Lagoa de Araruama. Antártica, Iguaba Grande mistura praias de águas tranquilas e ricas em sal com fazendas, gados pastando e ruas de barro. Possui boa estrutura turística.

    Com a criação da Base Naval, passou a sofrer alterações, com os loteamentos de veraneio que, a partir do núcleo habitacional da Base, se desdobram pela RJ-106, em direção a Iguaba Grande.

    Igrejas na cidade de Iguaba Grande:

    1 – Paróquia da Imaculada Conceição

  • 6 – Itaboraí

    Data da Criação: 15/01/1833
    Área: 430 m2
    População 2010: 218.090 Urbana: 215.503 Rural: 2.587
    Economia: Comércio, serviços, indústria cerâmica, citricultura, apicultura e pecuária.
    Padroeiro: São João Batista

    Município importante durante o Império, Itaboraí possui um vasto manguezal navegável onde encontramos cerca de 170 espécies de aves, além de caranguejos.

    Itaboraí tem sua história estreitamente vinculada à cultura do País, como berço de brasileiros ilustres, entre os quais se destacam as figuras de Alberto Torres, de João Caetano, de Joaquim Manoel de Macedo, de Salvador de Mendonça e de José Joaquim Rodrigues Torres, Visconde de Itaboraí, primeiro presidente da Província do Rio de Janeiro.

    As principais atividades econômicas do município são: Manufatura, Fruticultura, Agricultura de subsistência, Apicultura, Pecuária, Pecuária extensiva, Extrativismo mineral, Setor Terciário (comércio e serviços).

    Igrejas na cidade de Itaboraí:

    1 – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
    2 – Paróquia de Nossa Senhora de Fátima
    3 – Paróquia de S. João Batista
    4 – Paróquia de São Pedro Apóstolo

  • 7 – Maricá

    Data da Criação: 26/05/1814
    Área: 363 m2
    População 2010: 127.519 Urbana: 125.532 Rural: 1.987
    Economia: Extração, construção civil, pecuária, agricultura, artesanato e turismo.
    Padroeira: Nossa Senhora do Amparo

    Município banhado pelo Oceano Atlântico e recortado por várias lagoas. Possui diversas atrações turísticas. Suas praias a mar aberto são propícias à pesca submarina além do surf.

    A história do desbravamento do atual Município de Maricá remonta às últimas décadas do século XVI. Suas origens permanecem ignoradas, sabendo-se apenas que os primeiros colonizadores aí chegaram graças à doação de sesmarias, concedidas na faixa litorânea, compreendida entre Itaipuaçu e as margens da lagoa, no local onde mais tarde surgiu a cidade.

    Em 1584, José de Anchieta partiu de Cabuçu, com o padre Leitão e numeroso grupo de índios, com destino à lagoa de Maricá, onde efetuou a célebre “pesca miraculosa”. Ali encontrou sinais da colonização, pois já estavam sendo exploradas várias sesmarias. Onde hoje se localizam o povoado de São José de Imbaçaí e a fazenda São Bento, fundada em 1635 pelos padres beneditinos, surgiram os primeiros núcleos de povoação em Maricá. Às primitivas populações desses dois núcleos deve-se a construção da primeira capela em terras maricaenses, destinada ao culto de Nossa Senhora do Amparo. Os habitantes da região aos poucos se deslocaram para a outra margem da lagoa, que possuía clima mais saudável. Nesse novo local teve origem a Vila de Santa Maria de Maricá.

    Igrejas na cidade de Maricá:

    1 – Paróquia Nossa Senhora do Amparo
    2 – Paróquia São José
    3 – Paróquia Nossa Senhora de Fátima

  • 8 – Niterói

    Sede da Arquidiocese de Niterói.
    Data da criação: 22/11/1819
    Área: 134 m2
    População 2010: 487.327 Urbana: 487.327 Rural: 0
    Economia: Comércio, serviço, estaleiros, indústria, pesca e turismo.

    A cidade de Niterói é um dos principais centros financeiros, comerciais e industriais do Rio de Janeiro. Niterói vem acompanhando um alto índice de investimentos na cidade, como imobiliário e de comerciário. Este desenvolvimento trouxe também certos problemas, como a favelização, resultado da ausência de planejamento urbano. Niterói é a terceira cidade que mais recebe turistas do Estado do Rio de Janeiro, atrás da capital e de Búzios. A cidade atrai basicamente pelos seus centros culturais e históricos e pelas sua praias oceânicas.
    Padroeiro: São João Batista

    Município histórico, localizado às margens da Baía de Guanabara, em fente à Cidade do Rio de Janeiro (coma qual se liga através da ponte Presidente Costa e Silva). É a primeira do Estado em qualidade de vida. Abriga diversas praias e fortes que defendiam a Baía de Guanabara da invasão de piratas.

    Foi sempre das mais destacadas a posição de Niterói nos fatos da nossa História.

    Após a reinstalação da capital em Niterói, retomadas as condições normais de paz e de trabalho profícuo, foi que a “Cidade Invicta” voltou ao ritmo bem mais acelerado de progresso… As transformações foram as mais completas, ampliando de muito o ótimo plano de urbanização… com a abertura das novas e amplas avenidas, reforma dos parques e embelezamento das praias.

    Esse novo impulso, para as conquistas relativas às modernas técnicas inovadoras, principalmente urbanísticas, influiria extraordinariamente para melhorar a fisionomia dos bairros antigos, já agora modernizados e apresentando novos aspectos. Esses melhoramentos atingiram ainda mais elevado clímax com a ampliação das obras de saneamento, calçamento e embelezamento, bem como criação de novos serviços a serem continuados por administrações que, mais ou menos intensivamente, vêm colaborando para esse mesmo progresso.

    Concomitantemente, fatores econômicos os mais diversos cooperaram para esse novo surto de progresso que atingiria ao máximo nos últimos anos. Inúmeras fábricas foram instaladas nas ilhas e zonas urbanas e suburbanas, o comércio desenvolveu-se, as modernas comunicações rodoviárias, ferroviárias e marítimas foram bastante ampliadas e aperfeiçoadas. Todo esse conjunto, ao lado de outras condições de vida nova e ativa, pôde possibilitar a era de um estágio de grandeza em nossos dias.

    Paralelamente ao progresso econômico e social, também o cultural, no sentido do desenvolvimento maior das letras, das artes e das ciências, desempenharia, como desempenhou, ação preponderante nessa evolução.

    As Academias de Letras, Sociedades Médicas, bibliotecas, museus, monumentos históricos e artísticos, imprensa, ao lado de um número elevado de outras tantas associações científicas, artísticas, filantrópicas, profissionais, recreativas, integrando finalidades e aspirações da população de mais de duzentos e noventa mil habitantes, colocam bem alto, no justo renome de um notável centro urbano dos mais destacados e evoluídos, a cidade de Niterói, capital do Estado do Rio de Janeiro.

    Igrejas na cidade de Niterói:

    1 – Basílica Nossa Senhora Auxiliadora
    2 – Catedral de São João Batista
    3 – Paróquia Nossa Senhora da Conceição
    5 – Paróquia Nossa Senhora da Esperança
    7 – Paróquia Nossa Senhora de Nazareth
    8 – Paróquia Nossa Senhora do Rosário E São Benedito
    9 – Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração
    10 – Paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência
    11 – Paróquia Porciúncula de Sant’Ana
    12 – Paróquia Sagrados Corações
    13 – Paróquia Santa Terezinha do Menino
    14 – Paróquia Santo Cristo Dos Milagres
    15 – Paróquia São Domingos
    16 – Paróquia São Francisco Xavier
    17 – Paróquia São João Batista
    18 – Paróquia São Judas Tadeu
    20 – Paróquia Nossa Senhora de Fátima
    21 – Paróquia Nossa Senhora de Fátima
    22 – Paróquia São José
    23 – Paróquia São Sebastião
    24 – Paróquia São Sebastião e Nossa Senhora de Fátima
    25 – Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus

  • 9 – Rio Bonito

    Data da Criação: 07/05/1846
    Área: 456 m2
    População 2010: 55.586 Urbana: 41.267 Rural: 14.319
    Enonomia: Comércio, Indústria e cultura
    Padroeira: Nossa Senhora da Conceição

    Município localizado às margens da BR 101, Rio Bonito é um dos pontos de passagem para a Região dos Lagos. Atualmente investe no turismo rural com a criação de hotéis- fazenda.

    O devassamento da região, segundo vários autores, ter-se-ia verificado em fins do século XVI… A partir da concessão do paroquiato, a localidade entrou em fase de progresso, baseando sua economia na agricultura, particularmente na cultura da cana-de-açúcar.

    Igrejas na cidade de Rio Bonito:

    1 – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Centro de Rio Bonito)
    2 – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Boa Esperança)
    3 – Paróquia de São João Batista (Praça Cruzeiro)

  • 10 – São Gonçalo

    Data da Criação: 22/11/1890
    Área: 248 m2
    População 2010: 999.901 Urbana: 999.161 Rural: 740
    Economia: Comércio e serviços, indústria e pesca.
    Padroeiro: São Gonçalo de Amarante

    Município situado entre as vinte maiores Cidades mais populosas do Brasil e terceira maior população do Estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo foi uma das primeiras cidades brasileiras a se industrializar.

    Concedida uma sesmaria, na margem esquerda do rio Guaxindiba, a Gonçalo Gonçalves, este mandou edificar uma igreja, sob a invocação de São Gonçalo; data a paróquia de 1646 ou 1647. A partir da concessão do paroquiato, a localidade entrou em fase de progresso, baseando sua economia na agricultura, particularmente na cultura da cana-de-açúcar.

    Posteriormente, visando à facilidade de comunicações foi a sede da Paróquia de São Gonçalo transferida das margens do Guaxindiba para as do Imboaçu, o que veio, ainda mais, contribuir para o seu desenvolvimento. Antônio Lopes Siqueira para isso cooperou doando terras para aumento do cemitério, construção de casas em frente à igreja, e formação do primeiro núcleo urbano.

    Por essa época, incorporou-se o café à economia gonçalense. O bispo D. José Joaquim Justiniano forneceu aos padres Couto e João Lopes, residentes em Resende e São Gonçalo, as primeiras sementes da rubiácea. De São Gonçalo o café espalhou-se por todo o interior do Estado do Rio de Janeiro, pela Bahia e, anos mais tarde, pelo Espírito Santo. A iniciativa do padre João Lopes garantiu à freguesia a liderança no cultivo da maior riqueza do Brasil-Império. Atualmente, embora destinadas a suprir somente o consumo interno, existem pequenas plantações, remanescentes das primeiras culturas.

    O intercâmbio econômico com os centros mais populosos foi, nos primeiros tempos, dificultado pela morosidade dos transportes entre os centros produtores e as regiões centrais e o litoral. O aproveitamento dos rios, entretanto, facilitou em grande parte o comércio importador e exportador, e ainda antes da República, providências foram tomadas no sentido da abertura de rodovias, visando-se ao engrandecimento da região. Mais tarde, quando o desenvolvimento agrícola e industrial veio a exigir maior capacidade de escoamento para a produção local, tiveram inicio as construções ferroviárias. A inauguração dos ramais da Estrada de Ferro Cantagalo – hoje Leopoldina e da Estrada de Ferro Maricá concorreram decisivamente para o progresso de toda a Baixada Fluminense.

    A proximidade da Capital da Província dificultou a emancipação de São Gonçalo, não obstante a posição de destaque que ostentava já em meados do século XIX. Só em 1890 se desligou de Niterói, tornando-se Município. Mesmo assim, vários fatores continuaram a influir em contrário à nova situação, do que resultou a supressão do Município, dois anos depois. Com tal decisão não concordaram os habitantes, os quais, poucos meses após, viram coroada de êxito a campanha reivindicadora.

    Igrejas na cidade de São Gonçalo:

    1 – Paróquia da Santíssima Trindade (Trindade)
    2 – Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora (Laranjal)
    3 – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Pacheco)
    4 – Paróquia de Nª Srª da Conceição e Stª Isabel (Santa Isabel)
    5 – Paróquia de Santo Antônio (Amendoeira)
    6 – Paróquia de São José Operário (Jardim Catarina)
    7 – Paróquia de São Pedro de Alcântara (Alcântara)
    8 – Paróquia Santa Catarina Labouré (Jardim Catarina)
    9 – Paróquia de São Francisco de Assis (Apolo III)
    10 – Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Mutondo)
    11 – Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Galo Branco)
    12 – Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Patronato)
    13 – Paróquia de Nossa Senhora das Graças (Porto Velho)
    14 – Paróquia de Nossa Senhora das Neves (Neves)
    15 – Paróquia de Nossa Senhora de Fátima (Barro Vermelho)
    16 – Paróquia Nossa Senhora do Amparo (Bairro Antonina)
    17 – Paróquia Nª Srª do Perpétuo Socorro e S. José Operário (Gradim)
    18 – Paróquia de Nossa Senhora do Pilar (Boaçu)
    19 – Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (Mutuá)
    20 – Paróquia de Sant’Ana (Itaúna)
    21 – Paróquia de Santo Antônio (Covanca)
    22 – Paróquia de São Gonçalo de Amarante (São Gonçalo)
    23 – Paróquia de São José (Centro de São Gonçalo)
    24 – Paróquia de São Judas Tadeu (Rocha – SG)
    25 – Quase-Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Barro Vermelho)

    • 11 – São Pedro da Aldeia

      Data da Criação: 27/12/1892
      Área: 333 m2
      População 2010: 88.013 Urbana: 82.286 Rural: 5.727
      Economia: Comércio, extração de sal marinho, pesca e turismo.
      Padroeiro: São Pedro

      Município histórico da Região dos Lagos, no Litoral Norte do Estado, conhecido como a cidade de amor, São Pedro da Aldeia está localizado em pequena península que avança para a Lagoa de Araruama. A Cidade foi fundada por Jesuítas e guarda construções históricas de alta importância.

      Apesar da contribuição prestada nesse período (1783) à lavoura regional pelo elemento negro escravizado, é justo que se observe que a promulgação da Lei Áurea, a exemplo do que sucedeu na maioria das comunas fluminenses, não afetou vitalmente a economia local. O que ali se verificou foi a mudança de atividades por parte dos libertos que, abandonando as lavouras, se voltaram para a pesca.

      Em conseqüência dessa rápida adaptação é que, poucos anos transcorridos após a decretação da Lei libertadora de 1888, enquanto grande parte dos municípios lutava com a mais desesperadora crise, São Pedro da Aldeia conquistava a emancipação político-administrativa.

      Igrejas na cidade de São Pedro da Aldeia:

      1 – Paróquia de São João Batista – (São Pedro da Aldeia – Baixo Grande)
      2 – Paróquia de São Pedro – (Centro – São Pedro da Aldeia)

    • 12 – Saquarema

      Data da Criação: 08/05/1841
      Área: 354 m2
      População 2010: 74.221 Urbana: 70.448 Rural: 3.773
      Economia: Fruticultura, comércio, pesca e turismo.
      Padroeira: Nossa Senhora de Nazareth

      Município da Região dos Lagos, no Litoral Norte do Estado, a sudoeste do Estado. Saquarema é cercada pelo Oceano Atlântico, por lagoas, por planícies e por serras. É considerada por estudiosos como o maior museu a céu aberto do mundo, contando até o momento com 24 sítios arqueológicos, cadastrados e protegidos.

      As origens de Saquarema se perdem nos primórdios da história do Brasil, quando D. João III, Rei de Portugal, em 1530, mandou uma frota, sob o comando de Martin Afonso de Souza, “tomar posse e colocar em todo o território até a linha demarcada”.

      Várias fazendas se instalaram nas imediações até que, em 1960 ou 1962, Manoel Aguilar Moreira e sua mulher Catarina de Lemos fizeram erguer uma capela em honra a Nossa Senhora de Nazaré de Saquarema. Passou a curato e, em 12 de janeiro de 1755, a freguesia, sendo o Padre Antônio Moreira o primeiro vigário.

      Igrejas na cidade de Saquarema:

      1 – Paróquia de Nª Srª de Nazaré – (Centro de Saquarema)
      2 – Paróquia de Santo Antônio – (Bacaxá)

    • 13 – Silva Jardim

      Data da Criação: 08/05/1841
      Área: 938 m2
      População 2010: 21.360 Urbana: 16.126 Rural: 5.234
      Economia: Agricultura, pecuária e comércio.
      Padroeira: Nossa Senhora da Lapa

      As primeiras notícias do Município de Silva Jardim datam de meados do século XVIII, havendo grande controvérsia de historiadores sobre suas origens.
      Município caracterizado pela existência da pequena propriedade rural, Silva Jardim destaca-se na produção de bananas e laranjas. É uma Cidade interiorana e tranquila, possuindo cachoeiras e florestas, além da Lagoa de Juturnaíba e da Reserva de Poço das Antas.

      Segundo informes esparsos, sabe-se que, desde de sua formação, a localidade viveu, quase exclusivamente, do resultado de suas lavouras, onde no correr dos tempos, a cultura do café foi-se destacando das demais, seguida pelas de cana-de-açúcar e de cereais, prodigalizando uma situação de abastança para os donos de fazenda.

      Igrejas na cidade de Silva Jardim:

      1 – Paróquia de Nossa Senhora da Lapa

    • 14 – Tanguá

      Data da Criação: 28/12/1995
      Área: 146 m2
      População 2011: 30.731 Urbana: 27.426 Rural: 3.305
      Economia: Agricultura (aipim, jiló, laranja e quiabo), pecuária (gado de corte e leite), piscicultura, extrativismo mineral (florita, gnaise e sieneto), apicultura, citricultura e indústria. No setor secundário, os destaques são para a Cibran (Companhia Brasileira de Antibióticos) e a Embratel.
      Padroeira: Nossa Senhora do Amparo

      Tanguá é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, localizado na região metropolitana homônima. Neste município foi instalada em 1969 a Estação Terrena de Comunicações Internacionais Via Satélite, a EMBRATEL-Empresa Brasileira de Telecomunicação.

      A história de Tanguá insere-se na de Santo Antônio de Sá e na de Itaboraí, que foram as unidades político-administrativas a que pertenceu Tanguá no passado recente e no remoto. Está ainda relacionada com os fatos ocorridos no Recôncavo Guanabarino e no Brasil como um todo. A primeira referência específica a seu respeito data de 1670, quando foi doado ao Alferes Henrique Duque Estrada uma sesmaria de nove léguas em quadra. Com o tempo foram concedidas outras sesmarias, como a de Pedro Freire Ribeiro, em 1746 e datas de terra. A exploração econômica da área fazia-se, principalmente, através do cultivo da cana-de-açúcar, mandioca, milho, feijão, aguardente e farinha.

      Em 17 de março de 1878 chegou o primeiro trem a Tanguá, que se transformou em embarcadouro dos produtos da região. Município jovem, Tanguá se caracteriza por concentrar a maior parte das indústrias do Estado, formando um parque industrial bastante diversificado.

      Igreja na cidade de Tanguá:

      1 – Paróquia de Nossa Senhora do Amparo