19
OUT
2012

CEPVF apoia implantação de projeto para pessoas com trauma pós-aborto

Com o objetivo de oferecer cuidados às pessoas que estão sofrendo após o envolvimento na prática do aborto, foi fundado, em 1984, nos Estados Unidos, o Projeto Raquel. Para a implementação do projeto no Brasil, a pedido de algumas as dioceses locais e com o acompanhamento e  o apoio da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), durante estes dias realiza-se um treinamento com conselheiros e profissionais voluntários. A convite do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Carlos Petrini, a diretora teológica e terapeuta do projeto, Isaura Cunha, veio dos Estados Unidos, para trazer o projeto para o Brasil.

O Projeto Raquel consiste em uma rede de pessoas – entre médicos, psicólogos, sacerdotes, conselheiros leigos e outros –, que prestam ajuda a mulheres, homens e seus familiares que se envolveram com o aborto. Para tal, é dado um treinamento a esses voluntários. No Brasil, o treinamento foi realizado em São Paulo (SP) e Salvador (BA), onde o projeto já foi implementado, e, em Brasília, está em fase de implantação. Em breve, Rio de Janeiro também terá o treinamento.

“O objetivo deste projeto é trabalhar com mulheres pós-aborto, não é um trabalho de prevenção, não é um trabalho de educação, é trabalho de luto, essencialmente. O projeto Raquel só trabalha com mulheres que já passaram pelo aborto”, elucida Isaura Cunha.

Por CNBB

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