Bispo Auxiliar

Dom Luiz Antônio Lopes Ricci 

Natural de Bauru – SP, nasceu em 16 de maio de 1966, sacerdote da Diocese de Bauru – SP. Ordenado Diácono em 26 de Dezembro de 1996 e Sacerdote em 10 de Julho de 1997. Cursou Filosofia no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus e Teologia no Instituto Teológico Rainha dos Apóstolos, ambos em Marília – SP, Centros de Formação da Província Eclesiástica de Botucatu. Convalidou os Cursos de Filosofia pela Universidade do Sagrado Coração (USC), em Bauru e de Teologia pela Faculdade João Paulo II (FAJOPA), em Marília. Possui Mestrado e Doutorado em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Lateranense – Accademia Alfonsiana, de Roma. Fez pós-doutorado em Bioética pelo Centro Universitário São Camilo, cuja pesquisa acaba de ser publicada pela Editora Paulus, com o título “Morte Social: Mistanásia e Bioética”. É vice-líder do grupo de pesquisa “bioética e direito” do Centro Universitário Eurípedes de Marília (UNIVEM). Foi Reitor do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus (2000 -2004) e Diretor Executivo da Faculdade João Paulo II.

Foi Pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus, em Cabrália Paulista, Administrador da Paróquia de Santa Teresinha, em Paulistânia e Pároco da Paróquia Santa Maria, em Piratininga. Também foi Coordenador Diocesano de Pastoral, membro do Conselho Presbiteral e Vigário Geral da Diocese de Bauru.

Até sua nomeação foi Diretor da Faculdade João Paulo II, em Marília e Professor Titular de Teologia Moral, Bioética e Virtudes na mesma Instituição. Atualmente, era pároco da Paróquia São Cristóvão, em Bauru, Assessor Diocesano da Pastoral da Criança e membro do Colégio dos Consultores.

 

 

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EXPLICAÇÃO DO BRASÃO 


Acima, o chapéu galero verde com as doze borlas (seis de cada lado). Ele está presente em todos os brasões dos bispos da Igreja. Sua cor e o número de borlas identificam o clérigo em sua posição hierárquica. Do mesmo modo, pela tradição, também se localiza a cruz ao centro.

Na parte superior do brasão, tem-se a pomba representando o Espírito Santo, bem como fazendo alusão à Diocese de Bauru, da qual é o Divino padroeiro. Ao redor da pomba se encontram sete estrelas, simbolizando os sete dons do Espírito Santo e os Sacramentos. A cor vermelha simboliza o fogo ardente do coração dos fiéis, o Pentecostes e o sangue do martírio dos Apóstolos, os primeiros bispos da Igreja.

Abaixo da pomba se encontra um báculo, que é uma insígnia episcopal e denota a responsabilidade do bispo na missão de apascentar as ovelhas. O Espírito Santo está pousado sobre o báculo, em referência à passagem evangélica de quando Jesus é batizado e o Espírito pousa sobre Ele (Mt 3, 16-17). Este símbolo indica que o Espírito Santo conduz  o bispo na missão de pastorear e evangelizar.

Na parte inferior esquerda, há um livro e uma pena, expressando a formação dos futuros sacerdotes e formação permanente. Vale destacar que Mons. Ricci tem títulos acadêmicos, foi diretor da FAJOPA (Faculdade João Paulo II, da cidade de Marília-SP) e por anos lecionou, trabalhando assiduamente na formação dos seminaristas. A cor que predomina é o verde, significando a esperança e o caminho para o amadurecimento e seguimento de Cristo Mestre.

Na parte inferior direita, tem-se uma referência a Maria, Mãe de Jesus, com o titulo de Aparecida. O ‘M’, primeira letra do nome da mãe, está sobre um barco, designando os pescadores que encontraram a imagem e a “Igreja em saída” que tem Maria como Mãe. As ondas insinuam as águas do Rio Paraíba do Sul e o Mar (Mundo) por onde navega a Igreja. A cor azul é costumeiramente a cor mariana, e denota tranquilidade e serenidade.

Abaixo, em latim, sobre uma faixa solene está o lema episcopal escolhido: Fecit Mihi Magna, que em português significa “Fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49).